Covidômetro - Prefeitura de Florianópolis

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Risco Potencial Moderado

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Restrição baixa.
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Risco Potencial Alto

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Risco Potencial Grave

Risco Potencial Grave

Restrição alta.
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.

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Risco Potencial Gravíssimo

Risco Potencial Gravíssimo

Restrição máxima.
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78.431

casos confirmados

Última atualização: 12 de abril 2021
144.573

casos suspeitos

Última atualização: 12 de abril 2021
817

óbitos

Última atualização: 12 de abril 2021
791

Infectados em fase de transmissão (ativos)

Última atualização: 12 de abril 2021
94

Pacientes, moradores de Florianópolis, em UTI por COVID-19

Última atualização: 12 de abril 2021
92.33%

Taxa de Ocupação

96.73% adulto
55% pediátrico
82.86% neonatal
245

Leitos Totais

Adultos SUS
237

Leitos Ocupados

Adultos SUS
8

Leitos Disponíveis

Baseado no Relatório Estadual que é o responsável pela regulação dos leitos - SUS
76.248

Pessoas vacinadas Covid-19

Última atualização: 12 de abril 2021

Como funciona

O Covidômetro é um instrumento de avaliação sistemática diária que apresenta critérios objetivos para a avaliação das medidas não farmacológicas de restrição global de contato social no município de Florianópolis, baseado em quatro pilares:

1. Aceleração das notificações de casos suspeitos;
2. Aceleração dos casos confirmados;
3. Taxa de ocupação de UTI;
4. Quantidade de óbitos.


Para mais informações acompanhe a nossa SALA DE SITUAÇÃO

VACINAS

As datas, locais, população alvo e faixas etárias contempladas serão divulgadas oficialmente por esse canal.

*As próximas fases do cronograma de vacinação seguirão as orientações da deliberação 011/ CIB/2021 de 18/02/2021 e substituirão as fases atualmente vigentes.

A deliberação 011/CIB/2021, restabelece a priorização da fase 1 da vacinação conforme grupos de trabalhadores/acadêmicos da saúde, estratificados por faixas decrescentes de idade (vacinação prioritária para faixas dos trabalhadores/acadêmicos da saúde com maior idade).

Também estabelece a vacinação paralela dos demais grupos prioritários estabelecidos pelo Ministério da Saúde (ex. idosos).

Confira AQUI a Deliberação

*A segunda dose das pessoas já vacinadas seguirão o intervalo já estabelecido. São 3 semanas para a vacina Coronavac e 12 semanas para AstraZeneca. A aplicação será organizada da mesma forma que a 1ª dose, devendo o trabalhador entrar em contato com sua chefia para esclarecimentos.

*Independentemente se o trabalhador não tiver mais vínculo empregatício, a responsabilidade de organização e aplicação da 2ª dose continua sendo do estabelecimento que realizou a 1ª dose.

* Os trabalhadores em teletrabalho das fases já contempladas serão convocados para vacinação da 1ª dose, a fim de rapidamente recompor e aumentar a capacidade de resposta do sistema de saúde, seguindo o disposto no decreto 22436/21.


Descubra se é a sua vez de tomar a VACINA e onde.
Clique aqui

FASES DA VACINA

 

Vacina Covid - Confira seu cadastro  
Vacina Profissionais da Saúde - 30 a 59 anos  Vacina Trabalhadores da Saúde - 18 mais
Vacina idosos 66+

Legenda das Cores das Fases de Vacinação

1ª dose aplicada e 2ª dose em execução

1ª dose em execução no momento

Aguardando chegada de doses para aplicação da 1ª dose

 

FASE 1

POPULAÇÃO ALVO DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

1A 1B 1C 1D

1ª dose executada

Executando 2ª dose

  • UTI´s e trabalhadores UTI
  • Urgência e Emergência dos Hospitais
  • Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas (ILPIs) e seus trabalhadores
  • Equipes de Vacinação COVID 19
  • Urgência e Emergência UPAS e SAMU
  • Serviço Móvel Pré-hospitalar privados
  • Equipes de coleta de teste de swab COVID-19
  • Atendimento de sintomáticos (centros de saúde, alas de internação covid-19)
  • Alas de internação hospitalar não Covid-19
 

1E

 

Idosos acima de 75 anos

 

1E.1

Acima de 90 anos (1ªdose executada, Executando 2ª dose)

  1. Documento oficial com foto

1E.2

85 a 89 anos
Executando
1ª dose

1E.3

80 a 84 anos

1E.4

78 a 79 anos

1E.5

75 a 77 anos

 

1F

 

A partir dessa fase, segue orientações da deliberação 011/ CIB/2021 de 18/02/2021 em substituição às fases anteriores

Executando
1ª dose

Trabalhadores de saúde que atuam na área de vigilância em saúde

  1. Documento oficial com foto

  2. Declaração de vínculo empregatício com as seguintes informações (CLIQUE AQUI PARA MODELO):

    • Nome e endereço do estabelecimento

    • Nome do trabalhador e descrição da função no estabelecimento

    • Timbre e assinatura (pode ser eletrônica) do responsável técnico ou responsável legal pelo estabelecimento

1F*

Funcionários do sistema funerário que tenham contato com cadáveres potencialmente contaminados.

Levar documento oficial com foto.

1G

 

Orientações da deliberação 011/ CIB/2021 de 18/02/2021 em substituição às fases anteriores

Trabalhadores de saúde (incluindo os não vacinados anteriormente) que atuam em clínicas, hospitais, ambulatórios, laboratórios e demais estabelecimentos de saúde (públicos ou privados)

1G.1

60 anos ou mais

1. Documento oficial com foto

2. Declaração de vínculo empregatício com as seguintes informações (CLIQUE AQUI PARA MODELO):

    • Número do CNES, nome e endereço do estabelecimento

    • Nome do trabalhador e descrição da função no estabelecimento

    • Timbre e assinatura (pode ser eletrônica) do responsável técnico ou responsável legal pelo estabelecimento


3. Se < 60 anos com comorbidades*:

1G.2a

50 a 59 anos
com comorbidades*

1G.2b

40 a 49 anos
com comorbidades*

1G.2c

30 a 39 anos
com comorbidades*

1G.2d

18 a 29 anos
com comorbidades*

1G.3

50 a 59 anos

1G.4

40 a 49 anos

1G.5

30 a 39 anos

1G.6

18 a 29 anos

1H

Acadêmicos da área de saúde em estágio curricular que atuam em hospitais e unidades de atenção primária, clínicas e congêneres em Florianópolis

18 anos ou mais

Acadêmicos serão vacinados pela lista nominal enviada pela instituição de ensino para Secretaria Municipal de Saúde. A Instituição de Ensino enviará para os acadêmicos a data e local para vacinação.

Instituições de Ensino devem enviar e-mail com a listagem dos alunos para o e-mail [email protected]

1I

Trabalhadores de saúde (incluindo os não vacinados anteriormente) autônomos

1I.1

60 anos ou mais

1. Documento com foto

2. Carteira do Conselho Profissional

3. Comprovante de residência em Florianópolis que tenha relação comprovada com o profissional vacinado.  (Cônjuge ou familiar).

4. Se < 60 anos com comorbidades*:

1I.2

Menor que 60 anos e maiores de 18 com comorbidades*

1I.3

50 a 59 anos

1I.4

40 a 49 anos

1I.5

30 a 39 anos

1I.6

18 a 29 anos

FASE 2

 

POPULAÇÃO ALVO
Fase 2 iniciada, conforme orientações da Nota técnica nº007 GEDIM/DIVE/SUV/SES de 21 d março de 2021. Confira aqui.

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

2A1

Pessoas de 70 a 74 anos

Documento oficial com foto

2A.2
Executando acima de 66 anos

Pessoas acima de 65 a 69 anos

Documento oficial com foto

2.A.3

Pessoas acima de 60 anos até 64 anos

Documento oficial com foto

2B

Povos e comunidades tradicionais ribeirinhas, indígenas e quilombolas

Aguardando definição

FASE 3 POPULAÇÃO ALVO DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

3A

Pessoas menores de 60 anos com comorbidades*

Atestado médico relatando a comorbidade*

FASE 4 POPULAÇÃO ALVO DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

4A

Trabalhadores da educação (professores e funcionários)

Aguardando definição

4B

Profissionais das Forças de Segurança e Salvamento

Funcionários do Sistema de Privação de LIberdade

População privada de liberdade

População em situação de rua

Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica)

Aguardando definição

4C

Caminhoneiros

Trabalhadores de Transporte Coletivo Rodoviário de passageiros urbano e de longo curso

Trabalhadores Portuários

Trabalhadores de transporte aéreo

Trabalhadores de transporte metroviário e ferroviário

Trabalhadores de Transporte Aquaviário

Aguardando definição

* Comorbidades definidas conforme Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19 – 4ª edição – 15/02/2021

Clique AQUI para acessar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19

 

Tabela com as comorbidades estabelecidas para as populações-alvo pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19

Grupo de comorbidades Descrição
Diabetes mellitus Qualquer indivíduo com diabetes
Pneumopatias crônicas graves Indivíduos com pneumopatias graves incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, fibroses pulmonares, pneumoconioses, displasia broncopulmonar e asma grave (uso recorrente de corticoides sistêmicos, internação prévia por crise asmática).
Hipertensão Arterial Resistente (HAR) HAR= Quando a pressão arterial (PA) permanece acima das metas recomendadas com o uso de três ou mais anti-hipertensivos de diferentes classes, em doses máximas preconizadas e toleradas, administradas com frequência, dosagem apropriada e comprovada adesão ou PA controlada em uso de quatro ou mais fármacos anti-hipertensivos
Hipertensão arterial estágio 3 PA sistólica ≥180mmHg e/ou diastólica ≥110mmHg independente da presença de lesão em órgão-alvo (LOA) ou comorbidade
Hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade PA sistólica entre 140 e 179mmHg e/ou diastólica entre 90 e 109mmHg na presença de lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade
 
Doenças Cardiovasculares

Insuficiência cardíaca (IC) IC com fração de ejeção reduzida, intermediária ou preservada; em estágios B, C ou D, independente de classe funcional da New York Heart Association
Cor-pulmonale e Hipertensão pulmonar Cor-pulmonale crônico, hipertensão pulmonar primária ou secundária
Cardiopatia hipertensivae Cardiopatia hipertensiva (hipertrofia ventricular esquerda ou dilatação, sobrecarga atrial e ventricular, disfunção diastólica e/ou sistólica, lesões em outros órgãos-alvo)
Síndromes coronarianas Síndromes coronarianas crônicas(Angina Pectoris estável, cardiopatia isquêmica, pós Infarto Agudo do Miocárdio, outras)
Valvopatias Lesões valvares com repercussão hemodinâmica ou sintomática ou com comprometimento miocárdico (estenose ou insuficiência aórtica; estenose ou insuficiência mitral; estenose ou insuficiência pulmonar; estenose ou insuficiência tricúspide, e outras)
Miocardiopatias e Pericardiopatias Miocardiopatias de quaisquer etiologias ou fenótipos; pericardite crônica; cardiopatia reumática
Doenças da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas Aneurismas, dissecções, hematomas da aorta e demais grandes vasos
Arritmias cardíacas Arritmias cardíacas com importância clínica e/ou cardiopatia associada (fibrilação e flutter atriais; e outras)
Cardiopatias congênita no adulto Cardiopatias congênitas com repercussão hemodinâmica, crises hipoxêmicas; insuficiência cardíaca; arritmias; comprometimento miocárdico.
Próteses valvares e Dispositivos cardíacos implantados Portadores de próteses valvares biológicas ou mecânicas; e dispositivos cardíacos implantados (marca-passos, cardio desfibriladores, ressincronizadores, assistência circulatória de média e longa permanência)
Doença cerebrovascular Acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico; ataque isquêmico transitório; demência vascular
Doença renal crônica Doença renal crônica estágio 3 ou mais (taxa de filtração glomerular < 60 ml/min/1,73 m2) e/ou síndrome nefrótica.
Imunossuprimidos Indivíduos transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente > 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticoide e/ou ciclofosfamida; demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias; pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos 6 meses; neoplasias hematológicas.
Pessoas Vivendo com HIV Pessoas Vivendo com HIV independente de valores de carga viral ou de CD4.
Anemia falciforme Anemia falciforme
Obesidade mórbida Índice de massa corpórea (IMC) ≥ 40
Síndrome de down Trissomia do cromossomo 21
Cirrose hepática Cirrose hepática Child-PughA, B ou C

 

 


TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE A VACINAÇÃO

Como fazer agendamento? É necessário?

Os agendamentos são feitos para o grupo vacinado em cada fase. Quando for a sua vez de vacinar você será avisado. A previsão é que nem todas as fases precisarão de agendamentos. Quando mais vacinas forem recebidas pelo Município divulgaremos a estratégia de vacinação para cada uma das fases.

Caso você tenha dúvidas, sobre necessidade de agendamento ou fase vigente, entre em contato com o Alô Saúde Floripa pelo número 0800.333.3233.

Quando vou receber a vacina?

Infelizmente ainda não temos datas para a aplicação das vacinas, pois dependemos da chegada de mais doses enviadas pelo Ministério da Saúde.

Porque não fui vacinado ainda?

Se você faz parte dos grupos previstos para a vacinação, será vacinado conforme mais doses forem enviadas pelo Ministério da Saúde. Os Municípios estão recebendo doses gradativamente, por conta disso foi preciso estabelecer prioridades, seguindo critérios do plano Nacional de Vacinação.

A vacina é aplicada no braço?

O primeiro local de escolha para aplicação da vacina é na região ventro glutea. A vacina pode ser no braço ou na região ventro glutea. Os profissionais optam pela região ventro glutea, porque o músculo absorve melhor e pra ter menor desconforto no local da aplicação. Os vacinadores têm conhecimento técnico para avaliar cada situação, e optar pela melhor aplicação.

Sinovac/Butanta - Serão duas doses aplicadas na regiãoventroglutea, se não puder, será aplicada em deltóide ou no músculo vasto lateral da coxa; com intervalo de 21 dias.

Astrazenca/Fiocruz - Serão duas doses aplicadas na região ventro glutea, se não puder, será aplicada em deltóide ou no músculo vasto lateral da coxa; com intervalo de 12 semanas.

Qual vacina temos?

Nesse momento, as doses que recebemos do ministério da saúde são da Sinovac/Butanta e Astrazenca/Fiocruz. Não será possível escolher qual vacina tomar, mas você poderá conferir no cartão de vacinação qual a vacina e lote foram aplicados.

Quem já teve COVID deve vacinar? Quanto tempo depois da infecção por COVID posso fazer a vacina?

Sim, ainda não há evidências cientificas comprovando que quem já contraiu a doença está imune.

Recomendamos que a vacinação seja adiada até a recuperação clínica total e pelo menos quatro semanas após o início dos sintomas ou quatro semanas a partir da primeira amostra de PCR positiva em pessoas assintomáticas.

A vacina causa COVID ?

Não, nenhuma vacina causa COVID. As vacinas atualmente aprovadas e disponíveis no Brasil são seguras. Inclusive a que temos disponíveis no momento utilizam o vírus inativado, ou parte do vírus inativado, assim como outras vacinas como a da gripe e a da raiva.

A vacina tem alguma interação com bebida alcoólica?

A interação com álcool não foi avaliada em estudos para nenhuma das vacinas disponíveis até o momento, para outras vacinas semelhantes parece não haver correlação/ interação na absorção.

Posso pegar COVID mesmo após vacinado?

A chance de se contaminar com vírus e desenvolver a doença, tendo sido vacinado são significativamente menores, mas existe, especialmente antes do período de 28 dias após a segunda dose.

Para quem a vacina não é indicada? Menores de 18 anos irão tomar?
  • a. A vacina não é indicada para crianças.
  • b. A idade mínima para tomar vacina é 18 anos. A vacina não foi testada ainda em crianças e adolescentes. Alguns estudos ainda estão sendo feitos com essa população. Nesse momento, a vacina não está indicada para esses grupos.
O que devo informar a equipe antes de receber a vacina?

Você deve informar caso esteja com febre e em fase aguda da COVID-19. Neste caso é preciso esperar ao menos 4 semanas após início dos sintomas ou após PCR para serem vacinadas.

Informe ainda caso você faça uso de imunoglobulina humana. Neste caso, será preciso receber a dose com pelo menos um mês de intervalo, de forma a não interferir na resposta imunológica.

É importante lembrar que não é necessário suspender nenhum tipo de medicação para a vacinação, até mesmo os antiagregantes plaquetários devem ser mantidos e não implicam em impedimento à vacinação. Por cautela, a vacina pode ser administrada o mais longe possível da última dose do anticoagulante direto.

Para os indivíduos com trombocitopenia ou coagulopatias, a sua equipe deve deixá-lo em observação logo após a aplicação por cerca de 15 minutos.

Informe caso você seja imunodeprimido. Este público será vacinado mediante autorização médica.

A vacina impede a transmissão da doença?

Até o momento não temos informação quanto à prevenção da transmissão, o que sabemos é que a vacina previne o desenvolvimento em especial das formas graves e que necessitam de internação.

Por esse motivo, mesmo após se vacinar teremos que manter as medidas de distanciamento social e uso de máscaras até que a maioria da população esteja vacinada.

Quanto tempo depois da segunda dose estarei imunizado? Após vacinar posso sair, viajar ou ir a festas sem máscaras?

A imunidade ocorre cerca de 30 dias após a segunda dose. As medidas de distanciamento deverão ser mantidas até que a imunidade coletiva seja atingida pela população.

A vacina para COVID19 altera o DNA?

Não, nenhuma vacina altera material genético.

A vacina para COVID19 causa Câncer?

Não, nenhuma vacina até o momento tem correlação com o desenvolvimento de câncer.

Quais os efeitos adversos mais comuns? O que fazer?

A reação mais comum é a dor no local da aplicação, a qual pode durar até 7 dias. O uso de compressas não é indicado, analgésicos previamente utilizados podem ser usados conforme prescrição prévia, até atendimento presencial caso necessário.Outros sintomas podem ocorrer e você deve procurar sua equipe de Saúde através do whatsapp. Todos os contatos estão disponíveis no link: https://sus.floripa.br/contatoscs/

Sobre

O Covidômetro é um instrumento de avaliação sistemática diária que apresenta critérios objetivos para a avaliação das medidas não farmacológicas de restrição global de contato social no município de Florianópolis, baseado em quatro pilares:

1. Progressão da epidemia
2. Capacidade do sistema de saúde
3. Circulação do vírus na sociedade
4. Quantidade de óbitos 


Fontes de dados
Ocupação de leitos de UTI públicos: Governo do Estado. Privados: direção dos hospitais.
Número de casos suspeitos e confirmados: Secretaria Municipal de Saúde.
Número de óbitos: Secretaria Municipal de Saúde, Governo do Estado e hospitais privados.

Este protocolo poderá ser reavaliado a qualquer momento em caso de novos estudos e novos dados em relação à doença.


Descumprimento das medidas de restrição por setores específicos
Avaliação diária pelo Gabinete de Crise, dos relatórios de fiscalização sob comando da Vigilância Sanitária.
Qualquer descumprimento das regras desencadeia a revisão das restrições para todo o setor em descumprimento.

IMPORTANTE
Uso de máscara por todos enquanto durar a Emergência de Saúde Pública
Regras de regramento estrito (limitação) incluem higiene constante, entre clientes e das superfícies expostas, limitação de capacidade, distância mínima, etc. 
"Fechado" não impede o atendimento e atividades administrativas à distância, no estilo home office.

>> Métodos de análises epidemiológicas disponíveis aqui



Clique e conheça:

PLANO DE CONTINGÊNCIA DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PARA ATUAÇÃO NA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA DA DOENÇA COVID – 19

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